Escolas estaduais promovem a Semana de Prevenção e Combate ao Bullying

Nessa semana as escolas da rede estadual de ensino estão mobilizadas para implementar ações de prevenção e combate ao bullying. 

Para auxiliar o desenvolvimento de ações pedagógicas relacionadas à temática, a Secretaria de Educação do Paraná, com base na Lei nº 19.678/18, elaborou uma lista com sugestões de ações e estratégias que podem ser trabalhadas em sala de aula e contribuir para construir um clima escolar favorável ao diálogo, empatia e minimização de situações de violências, e promover a convivência harmônica. Entre as atividades listadas pela SEED, temos as rodas de conversa, peças de teatro, atividades recreativas e desportivas, produção de banners, cartazes e painéis; exibição de filmes e de músicas e ainda a produção textual (redações, paródias e poesias).

As ações de enfrentamento ao bullying no ambiente escolar exigem a participação dos profissionais da educação, familiares, estudantes e comunidade, por meio de atividades didáticas e informativas, de orientação e de prevenção.
É importante que as ações sejam compartilhadas com a comunidade escolar para valorizar o trabalho desenvolvido nas escolas e criar uma rede de prevenção e combate ao bullying. 

O objetivo é tornar as ações preventivas ao bullying uma prática contínua, permeando o cotidiano e o currículo escolar, orientadas pelo Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), e desenvolver competências socioemocionais nos estudantes, que reflitam na melhoria dos resultados de aprendizagem, uma das funções primordiais da educação.

Entenda o bullying

Segundo o site Brasil Escola, “bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder”.

Ainda segundo o Brasil Escola, “o bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência”.
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.

bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Algumas escolas têm uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Por outro lado, pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor.

CDF com SEED e Brasil Escola. Foto: Brasil Escola.

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