Cambé pode ter oito candidatos a prefeito em 2020

Sete homens e uma mulher são pré-candidatos a prefeito(a) de Cambé na eleição que acontece daqui exatamente um ano. Conheça cada um e avalie suas ideias e perfis nesta matéria exclusiva do cambedefato.com.

cambedefato.com / 04 de outubro de 2019.

Dentro de exatamente um ano, no dia 04 de outubro de 2020 os municípios brasileiros estarão escolhendo os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que vão administrar as cidades de 2021 até 2024.

Em Cambé oito são os pré-candidatos a prefeito(a) declarados até o momento, que estão trabalhando para viabilizar suas candidaturas perante seus partidos, seus correligionários e principalmente junto ao eleitorado.

Nesta lista não estão o atual prefeito José do Carmo Garcia, que tem afirmado reservadamente que não será candidato à reeleição e nem o ex-prefeito João Pavinato, que já declarou publicamente que não disputará a Prefeitura em 2020. Com a ausência dos dois no pleito, a eleição de 2020 poderá ser a terceira na história política recente de Cambé que não terá um prefeito (tentando reeleição) ou um ex-prefeito (tentando voltar para a Prefeitura) no páreo eleitoral. Isso claro, confirmando-se a ausência de José do Carmo.

São pré-candidatos declarados até o momento, por ordem alfabética, Audecir Alexandrino (PDT), Benê Filho (Podemos), Conrado Scheller (DEM), Estela Camata (PSD), Gabriel Cândido (PTB), Jorge Teodoro (MDB), Paulo Soares (PTB, mas vai mudar de partido) e Rômulo Yanke que está se filiando ao Cidadania.

Para manter o equilíbrio e a isenção, o cambedefato.com fez as mesmas perguntas aos oito pré-candidatos que responderam por e-mail ou via aplicativo de mensagens. As respostas variaram de tamanho de candidato para candidato. O cambedefato.com manteve os textos na íntegra o que vai tornar a matéria bastante extensa, mas também bem completa. As fotos foram fornecidas pelos pré-candidatos e todas foram postadas com as mesmas dimensões.

Antes de relatar o perfil e as intenções de cada pré-candidato(a), vamos a um raio X do grupo.

Escolaridade – Seis dos oito pré-candidatos são graduados em ensino superior e dois cursam faculdade. Três pré-candidatos são formados em dois cursos superiores e outros dois (já formados em um curso superior) estão cursando um segundo curso universitário. Entre os oito, há quatro pré-candidatos com pós-graduação e uma com mestrado.

Profissão – Entre os oito pré-candidatos há um zootecnista (que também é médico veterinário); um jornalista; três servidores públicos municipais (um deles também é advogado e outro é contador); dois professores da rede estadual de ensino (um deles também é advogado) e um advogado. No total, cinco dos oito são servidores públicos e três são advogados (dois cumulativamente com o serviço público).

Atuação política – Um dos pré-candidatos é o atual vice-prefeito (e já foi vereador por dois mandatos); outro pré-candidato é vereador atualmente, sendo este seu segundo mandato consecutivo. Dois outros pré-candidatos já foram vereadores por um mandato. Sete dos oito já foram candidatos a cargo eletivo. Apenas um deve protagonizar sua primeira disputa eleitoral. Cinco dos oito já desempenharam (ou desempenham) a função de secretário municipal. Três dos oito pré-candidatos estão alinhados com a atual administração e são secretários municipais atualmente. Cinco pré-candidatos estão na oposição ao atual prefeito.

Idade – As idades dos pré-candidatos a prefeito de Cambé variam de 31 a 63 anos. Três candidatos têm menos de 40 anos (31, 34 e 35 anos); dois estão na faixa dos 40 (43 e 44 anos); dois têm entre 50 e 60 anos (54 e 55 anos) e um tem mais de 60 anos (63 anos).

Protagonismo – Seis dos oito pré-candidatos declararam taxativamente que não aceitam compor chapa como candidatos a vice-prefeito de outro candidato. Dois não foram tão taxativos, mas indicaram que pretendem ser “cabeça de chapa” na eleição de 2020. 

Na torcida – A Prefeitura de Cambé será disputada por quatro torcedores do São Paulo, três do Palmeiras e por um do Corinthians.

Confira o perfil e as ideias de cada candidato(a) por ordem alfabética.

Audecir Alexandrino tem 57 anos e está filiado ao PDT (12), partido pelo qual deve ser candidato a prefeito em 2020. Audecir é formado em Zootecnia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Atuou nos últimos 27 anos em empresas multinacionais do ramo veterinário, com atuação em toda América Latina. Audecir é secretário de Assuntos Comunitários da atual gestão, sendo esse o único cargo que exerceu na vida pública. Audecir nunca esteve envolvido diretamente com a vida política, embora seja irmão de Alcides Alexandrino, liderança atuante na política local. Audecir é sãopaulino.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? “Como uma pessoa visionária, quero ser prefeito para que tenhamos uma cidade mais moderna, com avanços tecnológicos, que tragam uma infraestrutura melhor  para nossos sistemas públicos e que, por consequência, remetam ao município mais empregos, através da implantação de novas industrias, além de mais investimentos em saúde e educação para a nossa população”, declarou Audecir que não respondeu diretamente se aceita ser vice em outra chapa.

Benê Filho tem 63 anos e é o mais idoso na disputa pela Prefeitura de Cambé. Benê está filiado ao Podemos (19), partido que deve ser sua sigla na eleição em 2020. Ele é jornalista desde 1985 e cursou Economia na Universidade Gama Filho (RJ), onde residia. Benê declarou que atualmente faz o Curso de Gestão Pública Participativa na Colab University. Na vida pública, Benê foi chefe da Divisão de Eventos, diretor de Eventos e secretário Municipal de Cultura (na gestão de Adelino Margonar), quando foi criada a FUNCAC – Fundação Cultural e Artística de Cambé (extinta em 2018). Benê é palmeirense.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? Nosso projeto para ser prefeito de Cambé não é de agora. Um grupo de pessoas que querem o bem da cidade vem se reunindo desde 2015 quando obtivemos quase nove mil votos para prefeito sem recursos, disputando a eleição contra um tri prefeito e um “candidato da máquina”. Após eu ter sido o candidato a deputado estadual mais votado na cidade de Cambé na última eleição (2018), é natural que coloque meu nome como pré-candidato à prefeito nas próximas eleições. Avalio que para administrar uma cidade como Cambé, não basta querer. O prefeito tem que ter a capacidade de ouvir as vozes quem veem das ruas e juntamente com os funcionários, executar um planejamento que beneficie a maioria e não a minoria. Tem que executar uma administração enxuta, com raros cargos comissionados e valorização dos funcionários de carreira. A prefeitura de Cambé tem hoje cerca de 2.800 funcionários e se não tiver gente competente (e tenho certeza que tem) para fazer uma administração competente é melhor baixar as portas e ser distrito de Londrina”, respondeu Benê Filho que declarou taxativamente que não aceita ser vice de outro candidato.

Conrado Scheller tem 43 anos e é servidor público municipal de carreira. Ele está filiado do Democratas (25), partido pelo qual deve disputar a eleição em 2020. Conrado é graduado em Educação Física pela Unopar e em Direito pela Faculdade Catuaí. Também é pós-graduado em Gestão Público pela Uninter. Conrado teve dois mandatos de vereador de 2009 a 2016. Foi presidente da Câmara de Vereadores de 2011 a 2012. Foi eleito vice-prefeito na chapa com José do Carmo Garcia em 2016. Desempenhou a função de secretário de Fazenda e de Administração em 2017 e atualmente é secretário de Governo da Prefeitura de Cambé. Conrado é palmeirense.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? “Pretendo ser prefeito de Cambé para retribuir tudo o que esta cidade já fez por mim e por minha família. É dever de cada cidadão cambeense encontrar uma forma para colaborar com sua cidade e eu tenho feito a minha parte. Acredito que ser gestor público seja a minha missão e foi por isso que me preparei. Afinal, não basta ter vontade de ser prefeito, tem que estar preparado para ser prefeito. Isto não pode ser uma aventura ou um desejo pessoal, pois estamos falando de pessoas e de famílias. O cargo exige conhecimento, honestidade, experiência, vontade de trabalhar, responsabilidade e equilíbrio nas decisões. É por isto que todos os dias me coloco a disposição para resolver os problemas das diversas áreas da cidade, pois só assim, é possível encontrar soluções e evoluir enquanto administrador público. E se estou nesta trajetória vitoriosa na vida pública, é porque Deus tem permitido e vou seguir em frente, até que ele assim permita”, respondeu Conrado, que também declarou taxativamente que não aceita ser candidato a vice-prefeito

Estela Camata tem 55 anos e é a única mulher a pleitear o cargo de prefeita de Cambé em 2020. Estela está filiada ao PSD (55) e deve ser a candidata a prefeita do partido. Ela é professora de História da rede estadual de ensino e é graduada em História pela UEL; pós-graduada em Administração, Supervisão, Orientação Educacional pela Unopar e mestra em História Social pela UEL. Estela é professora do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE/UEL) e atualmente cursa Teologia pela Escola de Teologia da Arquiodiocese de Londrina e também pós-graduação em Gestão Pública. Estela foi diretora do Colégio Estadual Attílio Codato e chefe interina do Núcleo Regional de Ensino (NRE) de Londrina. Também foi secretária de clínica médica, bancária e professora de História no Colégio Mãe de Deus (Londrina) e na Escola Maria Justina (Cambé). Também lecionou Metodologia de Ensino em cursos de pós-graduação na FACCAT (Tupã/SP) e na Unopar (Londrina). Estela Camata foi vereadora por um mandato, de 2013 a 2016. Ela é palmeirense.

Por que você quer ser prefeita de Cambé? “Porque acredito que possa contribuir e construir um governo e uma cidade mais democrática, integrada como um todo; centro, bairros, área rural, prevalecendo o dialogo entre administração, lideranças e o cidadão cambeense, uma gestão moderna, mais ética, justa e solidária. Com essa postura apresentar e executar um governo que venha de encontro com os anseios de toda cidade, respeitando a particularidade de cada região, priorizando serviços de qualidade em todos os setores da administração” disse Estela que afirmou que seu projeto é ser candidata a prefeita, não se interessando em ser vice em outra chapa.

Gabriel Cândido é servidor de carreira da Prefeitura de Cambé, onde atualmente desempenha a função de secretário de Fazenda. Gabriel é filiado ao PTB (14), o mesmo partido do atual prefeito, e diz que seu nome é “uma opção” de pré-candidatura do partido. Gabriel tem 35 anos, é graduado em Ciências Contábeis pela UEL, com pós-graduações em Gestão Hospitalar pela PUC e Gestão Pública pela Faculdade São Braz. Gabriel está cursando Direito pela Unopar. Na vida pública, além de secretário de Fazenda, Gabriel Cândido já foi diretor do Departamento de Licitações da extinta Funcac; assessor parlamentar e gerente da Agência do Trabalhador de Cambé (SINE).  Na iniciativa privada foi empacotador, office boy, representante comercial, chefe de departamento fisco-contábil, contador e gestor Administrativo da Santa Casa de Cambé. Gabriel é palmeirense.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? Sempre me empenhei em contribuir para o desenvolvimento da cidade onde nasci, cresci, constitui família, sempre morei e moro até hoje. Penso, sinceramente, que a política é um instrumento que deve ser utilizado para melhorar a vida da população. Sob a misericórdia de Deus, e frente ao esforço de meus pais, tive a oportunidade de estudar e adquirir um certo conhecimento técnico em diversas áreas que, acredito eu, poderá contribuir com o desenvolvimento de nossa cidade e melhora na qualidade de vida dos cambeenses. Sempre defendi que as pessoas de bem devem assumir papéis no cenário político para evitar que os maus assim o façam, além disso entendo que cada dia mais a população deve escolher gestores para administrar bem a aplicação de seus impostos”. Quando perguntado se aceitaria ser vice de outra chapa, Gabriel Cândido respondeu assim: “a política é muito volúvel, os cenários mudam diariamente, e isso deve ser levado em consideração na resposta dessa pergunta”, diz ele, completando: “o que certamente não abro mão é de estar ao lado de pessoas que defendam os mesmos princípios que me conduziram até aqui, dentre eles a defesa da instituição família, da austeridade e honestidade na condução da administração pública, da visão desenvolvimentista, dentre outros”.

Jorge Teodoro tem 31 anos e é o caçula entre os pré-candidatos a prefeito da cidade. Jorge está filiado ao MDB (15), partido pelo qual deve disputar a eleição. Ele é servidor de carreira da Prefeitura de Cambé e graduando em Ciências Sociais pela UEL. Ele é técnico em administração, formado pelo Centro Estadual de Educação Profissional Professora Maria do Rosário Castaldi (Londrina). Jorge não ocupou cargos comissionados na administração pública e atualmente está liberado pela Prefeitura de Cambé para atuar no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cambé. Jorge também já foi chapeiro e vendedor. Ele foi presidente da Associação de Moradores do Jardim Ana Elisa 3 e diretor da Federação das Associações de Moradores de Cambé (Fasmoc). Jorge é o único corinthiano entre os pré-candidatos a prefeito de Cambé.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? “Todos nós dentro da sociedade somos políticos, tudo envolve política, por mais difícil que seja, é preciso conversar sobre este assunto hoje, pois a sociedade somente irá mudar com ações promovidas pelos agentes políticos que são escolhidos democraticamente por meio do voto. Desta forma, decidi encarar este desafio porque acredito que tenho a possibilidade de ser prefeito de Cambé, e desta forma efetivar políticas públicas que possam ajudar verdadeiramente toda nossa cidade. Cambé é a 20ª maior cidade em população do Estado do Paraná, e infelizmente em seus 71 anos de história é vista como uma pequena cidade, isso precisa mudar, a governabilidade do município historicamente ficou nas mãos de poucos, sim, contribuíram e contribuem com a cidade, mas precisamos de algo a mais, precisamos modernizar nossa cidade, atender as demandas dentro da periferia, dar oportunidades aos cambeenses e fazer com que os moradores daqui tenham orgulho de dizer que moram em Cambé, e não somente viver às sombras das cidades vizinhas. Quero ser prefeito de Cambé para dar uma nova roupagem à nossa cidade e mostrar que é possível sim governar para todos e todas. Por isso sou pré candidato”, diz Jorge Teodoro que também afirmou categoricamente que não aceitaria ser candidato a vice-prefeito em outra chapa.

Paulo Soares tem 34 anos, é advogado e exerce seu segundo mandato como vereador em Cambé. Paulo é formado em Direito pela Faculdade Pitágoras e pós-graduado com Especialização em Filosofia Política e Jurídica pela UEL. Paulo é o único vereador da atual Legislatura a ser pré-candidato a prefeito em 2020. Paulo atualmente é filiado do PTB, mas informou que aguarda a janela partidária para deixar o partido. Paulo diz que tem convite de alguns partidos e avalia as opções e projetos de cada um e já tem dois partidos que apoiam sua pré-candidatura. Paulo Soares já foi presidente da Câmara Municipal de Cambé por duas vezes e secretário geral da Avempar – Associação de Vereadores do Médio Paranapanema. Na Câmara de Vereadores, presidiu a Comissão de Obras Públicas, Educação e Saúde. Também foi líder estudantil e coordenador do Ponto de Cultura do Jardim Silvino. Atua na vida privada fazendo a parte comercial de uma empresa de Consultoria Empresarial de Londrina que tem como foco Recuperação Tributária e Recuperação de Créditos junto a Receita Federal.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? “Quero ser Prefeito de Cambé porque acredito que a cidade tem potencial para crescer e precisa ser melhor administrada. Desde menino sempre sonhei com isso e me preparei durante muito tempo para chegar em condições de apresentar um Projeto Majoritário. Defendo uma novo modelo de Gestão onde, diferente dos tradicionais grupos políticos da cidade, a participação popular seja sólida e as decisões sejam compartilhadas. Precisamos inovar e avançar, a cidade parou no tempo. Penso que este é o momento ideal de rompimento com a velha política, as pessoas estão buscando alternativas ao convencional. Certamente serei esta opção”, diz Paulo Soares que afirma que ser vice de outra chapa está “fora de cogitação”.

Professor Rômulo Yanke tem 44 anos e é professor da rede estadual de ensino há 26 anos e também advogado. Ele é formado em Letras pela Unoeste (SP) e Direito pela PUC-PR. O Professor Rômulo foi diretor auxiliar no Colégio Estadual Maestro Andrea Nuzzi; foi assessor do Núcleo Regional de Educação (Londrina) e chefe de Gabinete do prefeito João Pavinato. Rômulo exerceu um mandato de vereador em Cambé entre 2013 e 2016, sendo à época o líder de seu partido. O Professor Rômulo informou que está se filiando ao partido Cidadania (23), legenda pela qual deve disputar a eleição de 2020.

Por que você quer ser prefeito de Cambé? “Entendo que primeiro é retribuir essa abençoada cidade, esse chão abençoado, que me deu a minha família, o meu emprego, os meus amigos e o vínculo dessa terra maravilhosa. Penso que a cidade de Cambé necessita de um projeto construído em muitas mãos, um projeto discutido com a comunidade onde a gente possa construir, com muita qualidade o serviço de saúde, que a população tenha acesso a uma saúde pública de qualidade, que tenha o médico, que tenha o pediatra, que ela encontre acolhimento nesses serviços. Na educação, que as nossas crianças tenham formação e capacitação para que elas possam encarar esse mundo de tantos desafios. E que tenha vaga na creche, para que o pai e a mãe possam trabalhar e desde a tenra idade essas crianças tenham contato com o saber e a cognição. Na área social, que a cidade promova o acolhimento ao mais frágil, que muitas vezes passa por uma situação de risco e que essa rede formada pelos profissionais, pelo voluntariado e pelo terceiro setor possa ter como indicativo a locomotiva do poder público através dos conselhos. Também na área da limpeza pública seja garantida a varrição, a coleta de lixo, da massa verde, dos inservíveis e ainda a roçagem do mato. Que as nossa ruas sejam pavimentadas, que não tenham buracos, que a gente possa, em cada canto da cidade ter mobilidade dentro dos conceitos do Estatuto das Cidades e que possamos promover qualidade e desenvolvimento. E não esquecer que o nosso povo precisa de renda, o nosso povo precisa de capacitação na área do trabalho para que ele encontre o melhor emprego, o melhor empreendimento. E que o poder público, através de seus órgãos possa ser o grande carreador de tudo isso. E que nós busquemos investimentos, para que as riquezas que sejam geradas em nosso município sejam para as famílias de Cambé, para que as famílias cambeenses tenham acesso aos bens e serviços e possam viver com qualidade. Para mim, esse projeto tem que ser construído junto com a comunidade. Um projeto participativo, um projeto coletivo para que a população ganhe. E que nós, enquanto capitaneando esse projeto, possamos formar uma boa chapa de candidatos a vereador para que a nossa cidade ganhe e seja uma cidade moderna e que esteja à frente dos grandes desafios futuros que a humanidade vai encarar”, diz Rômulo que afirma não considerar ser vice de outro candidato. “Entendo que na eleição municipal de 2020 o nosso papel é capitanear o projeto, ser o candidato a prefeito. Esse o nosso papel nas eleições de 2020”, diz ele.

O cambedefato.com vai continuar publicando matérias sobre as Eleições 2020. Acompanhe e opine.

Redação CDF. Fotos: Acervos pessoais dos pré-candidatos e blog centralweb.

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